Conquistas na Aviação

Além de sua antiga paixão pelo marketing e automobilismo, Bordin é também um grande apaixonado pela aviação. Em janeiro de 1998 decide largar tudo para realizar um sonho de infância: virar piloto de linha aérea.

 

Veja abaixo um breve histórico da vida de Bordin na aviação.

1991 – O início
Em 15 de abril de 1991, a bordo de um Piper Cherokee, prefixo PT-DKI, Sady Bordin é checado e aprovado para obter sua licença de Piloto Privado.

1998 – Dedicação exclusiva
No início do ano, com 35 anos então, Bordin resolve sair da administração da Palm Informática para dedicar-se única e exclusivamente ao mundo da aviação.

Em 30 de janeiro embarca para Fort Lauderdale (Florida, EUA) para fazer os cursos e obter as licenças de Piloto Comercial, Multi-Motor e Instrumento.

Em 15 de abril, pilotando um Piper Cherokee, prefixo N4333C, Bordin é checado e aprovado para obter sua licença de IFR (vôo por instrumento).

Em 4 de maio, ao comando de um Baron, prefixo N6011E, é checado e aprovado para obter sua licença de Multi-motor (para pilotar aviões com mais de um motor).

Finalmente, em 8 de junho de 1998, pilotando um Sêneca III, prefixo N4354F, Sady Bordin é checado e aprovado para receber sua licença de Piloto Comercial.

Retornando ao Brasil em junho, Bordin é obrigado pelo DAC a fazer novamente os cheques feitos nos EUA para poder obter suas licenças brasileiras.

Em 18 de julho, a bordo de um Corisco Turbo, prefixo PT-FXG, Bordin é checado e aprovado para obter sua licença de Piloto Comercial IFR.

Finalmente, em 14 de agosto, a bordo de um Sêneca III, prefixo PT-RZA, Bordin é checado e aprovado para obter sua licença de Multi-Motor.

Com as licenças brasileiras na mão, Sady Bordin procura a Embraer para fazer o curso do Brasília (turboélice para 30 passageiros). Após duas semanas de aula teórica, para conhecer todos os sistemas do avião, Bordin faz 20 horas de simulador e é checado e aprovado no simulador para ser co-piloto de Brasília em instrução.

Em 14 de dezembro a realização do sonho: Bordin é admitido na Interbrasil Star (extinta companhia aérea regional de propriedade da falecida Transbrasil Linhas Aéreas) como co-piloto de Brasília.

 

2000 – Convite inesperado
No início de janeiro, após o fim de mais um vôo, Bordin é chamado para conversar com o chefe dos pilotos. Um inesperado convite lhe aguardava: ser transferido para a Transbrasil para ser co-piloto de Boeing 737.

Após o treinamento de praxe, curso teórico e 20 horas de simulador, Bordin entra em operação e em maio é checado em vôo e aprovado para receber sua licença de Co-Piloto de Boeing 737, versões 300 e 400.

Com o início da crise na Transbrasil e a conseqüente redução da frota, Bordin deixa a empresa em junho.

 

2008 - O retorno

 

Após ter atuado como empresário e professor universitário desde que deixou a Transbrasil, Bordin resolve voltar às origens e para seu local de trabalho preferido: o cock-pit de um avião!


Depois de 8 longos anos sem atuar como piloto de linha aérea, Bordin é convidado para participar de uma seleção para co-pilotos de ATR na Trip Linhas Aéreas. A difícil seleção envolveu entrevistas, provas de regulamento, inglês, meteorologia, regras de vôo por instrumento e uma dinâmica de grupo.


Após ser aprovado na seleção, Bordin faz o Ground-School do avião (três semanas de aula sobre todos os sistemas de avião) e após é enviado à Toulouse, na França, para fazer o treinamento em simulador.


O avião que Bordin está pilotando na TRIP é o consagrado turboélice ATR (Avião de Transporte Regional) nas versões 42 (para 50 passageiros) e 72 (para 70 passageiros), fabricado em Toulouse.

 

Conheça as cidades atendidas pela TRIP Linhas Aéreas:

 

2009 - Convite inesperado!

Coisas boas acontecem quando a gente menos espera. Basta estar no lugar certo, na hora certa. Foi o que aconteceu com Bordin na Trip. No dia 25 de março recebeu um inesperado convite para voar os novíssimos jatos Embraer 175 que a Trip está recebendo neste ano.

Bordin já completou todo o difícil treinamento (3 semanas de Ground-school na própria Embraer e 10 sessões de simulador na JetBlue University, em Orlando) e agora aguarda o início das operações do jato para entrar em rota.

 

Resumo das horas voadas

Tipo Equipamento Empresa Horas

Jato

Boeing 737 (300 e 400)
E-Jet

Transbrasil
Trip

135
383

Turboélice

Brasília
ATR (42 e 72)

Interbrasil
Trip

922
422

Multimotor
Apache, Beech-76, Sêneca.
Particular
56
Monomotor
AB-115, Cherokee, C-172, Corisco, etc.
Particular
276

 Total

2.194

 

 

Diferenças entre os modelos

 

Confira abaixo as diferenças entre o jato E-175 e o tuboélice ATR 72/500 da Trip:

 

 
Dados EMBRAER 175 ATR 72/500
     
Peso Máximo de Decolagem 38.790 kgs 22.000 kgs
     
Peso Máximo de Pouso 34.000 kgs 21.350 kgs
     
Teto máximo operacional 41.000 pés 25.000 pés
     
Envergadura 26,00 mts 27,05 mts
     
Comprimento 31,68 mts 27,16 mts
     
Altura 9,82 mts 7,72 mts
     
Passageiros 86 68
     
Velocidade Máxima Operacional Mach 0,82 Mach 0,55
     
Turbinas General Electric  Pratt and Whitney
  14.200 libras 2.400 hp